Eventos

Antes da despedida do inverno, é tempo no Egoísta da homenagem anual à senhora do rio. Rainha de amores e desamores, a lampreia que o chefe Hermínio Costa serve é para todos. Para apreciadores que não dispensam esta especialidade de época e para aventureiros que aprendem a gostar. À mesa do Egoísta este pitéu sazonal apresenta-se em versão mais ousada mas também no melhor da tradição, sempre com equilíbrio e elegância quanto baste para abrir novos horizontes ao paladar.

2016

QUINTA DE LEMOS

Este é um projeto do novo Dão que trabalha para a excelência dos seus vinhos, utilizando apuradas técnicas de enologia, de guarda dos vinhos e de produção – na vinha apenas vinga um quarto de uvas e fomentam maturações precoces de modo a evitar as chuvas habituais do final de setembro. Resultam deste esforço, vinhos genuínos, feitos de castas autóctones, que só vão para o mercado no quinto ano após a vindima.

2015

OSVALDO AMADO – DÃO SUL

Em 2015, o sabor de época incontornável chegou à mesa do Egoísta acompanhada das novidades do enólogo de quem mais se falava no momento: Osvaldo Amado, distinguido enólogo do ano dias antes, prémio maior da enologia em Portugal atribuído pela prestigiada Revista de Vinhos. Apreciador de lampreia, Osvaldo Amado trouxe dois novos vinhos, um deles em prova en primeur, e três novidades de colheita, tudo portefólio Dão Sul.

2014

VALE DONA MARIA

Projeto de reconhecimento internacional, integrado no grupo Douro Boys. Os vinhos do Douro de Cristiano Van Zeller, alfaiate de vinhos, como de si próprio fala, têm a personalidade e o carácter de vinhos talhados à medida da vinha a que pertencem, cada uma única.

2013

VINHOS ANTÓNIO SOUSA

Nome maior dos vinhos verdes, o enólogo António Sousa, cujos vinhos são dos mais premiados desta região, no país e no estrangeiro. Vinhos que marcam e não deixam ninguém indiferente.

2012

GRAVATO E VALLE DO NÍDEO

Vinhos que surpreendem e se destacam também pela diferença, oriundos da Beira Interior e da vizinha região do Douro Superior. A família Roboredo tem uma duradoura e orgulhosa tradição na produção de vinhos. Proprietária da “Quinta dos Barreiros”, situada na Coriscada, Meda, a família produz vinhos há várias gerações, todos bem elaborados, elegantes, agradáveis. Esta herança familiar foi entregue a Luís Roboredo no início do século XXI, que, com os pés firmes na tradição familiar e os olhos postos no futuro, decidiu apostar na recuperação do famoso “palhete” da Meda. O Gravato Palhete, que deve o seu nome à histórica batalha que pôs fim às invasões francesas, tem-se revelado um sucesso a nível nacional, de tal modo que fez emergir o gosto por este tipo de vinho e há agora outros produtores também a apostar nos vinhos palhete.

O Valle do Nídeo é parte de um projeto empresarial iniciado em 1941 por Hermínio Augusto Abrantes com a aquisição da Quinta do Daniel, no Pocinho, concelho de Vila Nova de Foz Côa. Ao longo de três gerações foram sendo sucessivamente adquiridas novas propriedades, pelo que atualmente também fazem parte deste projeto a Quinta de Azinhate (Vila Nova de Foz Coa), a Quinta da Moura (Alijó) e a Quinta da Vergeira, a Quinta da Veiga e o Valle do Nídeo (Pocinho). O conjunto destas propriedades representa um total de cerca de 130 hectares de vinhas cuja produção de uvas equivale a cerca de 500.000 litros de vinho. Após 70 anos de atividade dedicada exclusivamente à produção de uvas, foi editado em 2003 o primeiro vinho de mesa com marca própria – o Valle do Nídeo Superior 2001 Tinto. Desde então, foram sendo progressivamente criadas as referências Valle do Nídeo branco, Valle do Nídeo rosé e o Valle do Nídeo branco – Sauvignon e Viosinho. O portfólio de produtos é complementado com um vinho designado por Quinta de Azinhate – Reserva tinto, posicionado no segmento Premium. Por último, é ainda produzido a marca Galharda, em branco e tinto.

2011

VINHOS AFROS

Produzidos na Quinta do Casal do Paço, em Arcos de Valdevez, região dos Vinhos Verdes, os vinhos AFROS surpreendem o consumidor e os melhores críticos da especialidade, nacionais e internacionais. Em 2009, o Afros Vinhão 2007, por exemplo, foi escolhido pelo conceituado Jamie Goode, crítico de vinhos e autor de uma das revistas online de vinho mais vista a nível mundial – www.wineanorak.com, na lista dos 50 melhores vinhos portugueses para o Reino Unido.